O que acontece na primeira consulta
A primeira consulta é presencial e tem duração aproximada de uma hora. A conversa inicial procura entender o início da queixa, a localização, o comportamento ao longo do dia e as situações em que a dor piora ou melhora. Também entram no histórico outros problemas de saúde e tratamentos já realizados.
Depois, o exame médico e a avaliação do movimento ajudam a relacionar essas informações. O objetivo é compreender a queixa e seu impacto funcional. Ter um laudo com alterações não significa, por si só, que todas elas expliquem o que você sente: o exame é considerado junto da história e da avaliação.
O que levar para aproveitar melhor esse tempo
Se você já fez exames ou tratamentos, leve o que estiver disponível. Não é necessário realizar um novo exame por conta própria apenas para marcar. Uma breve anotação sobre a evolução da dor pode ajudar a lembrar detalhes que costumam passar despercebidos durante a conversa.
Pense em duas ou três atividades que ficaram mais difíceis. Dizer que você parou de caminhar, acorda ao mudar de posição ou precisa interromper o trabalho oferece informações úteis para construir objetivos de acompanhamento.
- Exames, laudos e receitas anteriores, se houver.
- Lista de medicamentos e informações sobre alergias.
- Datas aproximadas de início da dor e de tratamentos anteriores.
- Dúvidas que você deseja esclarecer e atividades que quer retomar.
Vamos organizar sua primeira avaliação?
Converse com a Dra. Lilian sobre os horários e leve suas dúvidas para uma consulta voltada à sua dor e aos seus movimentos.
Fale diretamente com a Dra. LilianUltrassom, termografia e outros exames: quando entram
Ultrassonografia ou termografia podem ser utilizadas durante a consulta quando necessárias. O uso desses recursos depende da pergunta clínica e do contexto da avaliação; não é uma etapa obrigatória para todas as pessoas.
Quando outro exame é necessário, a médica explica sua finalidade. A consulta não depende de você escolher antecipadamente um aparelho ou procedimento. Primeiro é preciso compreender a situação e o que cada recurso pode acrescentar às decisões de cuidado.
Como o plano de tratamento é construído
A proposta considera o diagnóstico, as limitações, os cuidados anteriores e os objetivos combinados. Dependendo do caso, pode reunir orientações, reabilitação, medicamentos quando indicados e discussão de procedimentos ou tecnologias. O papel de cada etapa deve ser explicado de forma compreensível.
Uma infiltração, uma sessão de ondas de choque ou outro recurso não é indicado automaticamente porque está disponível. Você poderá conversar sobre alternativas, benefícios esperados, limitações e acompanhamento antes de decidir. A reavaliação permite ajustar o plano à resposta clínica e às necessidades da sua rotina.
Já tentou outros tratamentos? Traga esse histórico
Se você já passou por consultas, fisioterapia, medicamentos ou procedimentos, conte o que foi feito, por quanto tempo e como se sentiu. Uma melhora breve, a ausência de resposta ou uma dificuldade para seguir o plano são informações que ajudam a compreender o percurso.
Não é necessário resumir toda a experiência apenas como um tratamento que funcionou ou falhou. O diagnóstico da época, a duração, a frequência e as mudanças nas atividades podem fazer diferença na interpretação. O objetivo da nova avaliação é organizar esse contexto e esclarecer os próximos passos possíveis.
Como organizar o atendimento em Cuiabá
O atendimento acontece no Centro Empresarial Cuiabá, Avenida Historiador Rubens de Mendonça, 2000, sala 103. A própria Dra. Lilian responde ao WhatsApp comercial, pelo qual você pode consultar horários, valores e condições de pagamento antes de marcar.
Pergunte também sobre as orientações de chegada e sobre o que levar para seu caso. Se houver indicação de algum procedimento, sua realização, preparação, custos e programação serão discutidos conforme a avaliação; marcar uma consulta não significa contratar previamente um protocolo.



